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8 de nov. de 2014

Inscrição de 2000 anos é descoberta em Jerusalém

Inscrição de 2.000 anos dedicada ao imperador Adriano é descoberta em Jerusalém



Arqueólogos israelenses descobriram um fragmento de uma pedra gravada com uma inscrição em latim dedicada ao imperador romano Adriano. A peça, de aproximadamente 2.000 anos, foi encontrada em uma das escavações realizadas pela Autoridade de Antiguidades de Israel ao norte do Portão de Damasco, em Jerusalém. 

O tamanho do fragmento, assim como a clareza das letras gravadas, indicam, segundo os pesquisadores, que o achado tinha um importante significado histórico.

As inscrições consistem em seis linhas em latim gravadas em dura pedra caliça que "eram dedicadas a Adriano pela Décima Legião Fretensis no ano 129 d.C. ou 130 d.C.".



Arqueólogos dizem que a inscrição inteira pode ter sido colocada na fachada de um arco do triunfo no norte da cidade, similar ao Arco de Tito, em Roma.


Fonte: EFE

30 de out. de 2014

Fotógrafo catarinense lança campanha para realizar a maior exposição do mundo

O fotógrafo Edson Walker, catarinense de São João do Oeste, criou recentemente uma campanha de financiamento coletivo para ajudar a viabilizar a sua nova exposição. Ela será composta por mais de 1.000 ímãs de geladeira com as melhores fotos tiradas pelo fotógrafo em 4 anos de trabalho por cerca de 35 países da Europa, Ásia e África. Essa vai ser a maior exposição individual de fotografias de viagem do mundo e você pode ajudar a tornar isso possível e ainda ganhar ímãs de presente para o natal.



“Love and Share” será o nome da exposição, ou seja, Ame e Compartilhe. “Essa é uma das maiores lições que aprendi viajando. Quando você demonstra carinho e respeito pelas pessoas ao seu redor, sua vida torna-se mais completa e feliz pois é isso o que você recebe de volta. Quanto mais você pratica isso, mais feliz você se sente. É a prática da generosidade e do amor pelo próximo. Sim, essa é uma das melhores receitas de felicidade que eu tenho para compartilhar com você”.

Para realizar essa exposição, Edson Walker está recebendo ajuda de diversas pessoas que contribuem em troca de ímãs com fotos impressas de sua autoria. Quem apoia com R$27,00 ganha 10 ímãs de presente e ajuda na impressão de mais 10 para a exposição. Quem quiser dar presentes criativos de natal para amigos e família pode contribuir também com R$50,00 (20 ímãs) e R$100,00 (50 ímãs). O nome dos doadores será impresso nos ímãs dados de presente bem como nos que irão para a exposição. Além disso o nome vai aparecer também na lista dos apoiadores que estará junto com as fotos expostas. O lucro dessa campanha será utilizado para fazer as exposições que serão realizadas nas cidades onde ele tiver o maior número de apoiadores.

Para saber mais e fazer sua contribuição é só acessar o site:
www.catarse.me/loveandshare Lá você poderá cadastrar o seu nome e endereço e fazer o pagamento usando cartão de crédito, transferências bancárias ou boleto. O Catarse é o maior site de financiamento coletivo brasileiro utilizado por milhares de pessoas que apoiam projetos culturais feitos diretamente pelos artistas. É uma maneira criativa de apoiar a cultura na qual você também pode participar e sentir-se orgulhoso ao tornar possível um projeto no qual você acredita.

Os ímãs serão entregues pelos correios no início de dezembro. As exposições serão realizadas no início de 2015 em lugares públicos onde as pessoas que se interessarem podem levar para casa gratuitamente os ímãs que mais gostarem. Alguns desses ímãs podem estar com seu nome impresso. É essa a ideia do projeto: Amar e Compartilhar. 





Edson Walker:

O fotógrafo é filho de agricultores da cidade catarinense de São João do Oeste e graduado em design gráfico pela UFSM de Santa Maria-RS. Aos 36 anos, já viajou e fotografou por mais de 35 países e sonha ainda conhecer mais alguns. Além de muitas histórias para contar, possui em seus arquivos cerca de 25.000 fotografias de pessoas e lugares incríveis da Europa, África e Ásia. Em 2013 produziu uma revista online de viagens chamada Walker Travels Magazine. Ela foi patrocinada por 64 pessoas que, além da revista mensal, recebiam postais feitos por ele de cada país visitado. A revista continua online e pode ser acessada gratuitamente: www.walkertravels.com.br

‘Pra lá de Marrakesh’ (2012) foi o seu primeiro livro de fotografias e relatos de viagens. O segundo, ‘ELES’, está pronto para ser impresso, aguardando apenas patrocínio para a primeira edição.

Também dá palestras em escolas, universidades, empresas e grupos da terceira idade onde fala sobre as experiências vividas durante suas viagens. Foram até agora 40 palestras, totalizando 72h de histórias e mais de 2.150 pessoas já participaram.


20 de out. de 2014

Trabalho remoto viajando o mundo

Site ajuda candidatos à emprego a encontrar um trabalho flexível enquanto viajam pelo mundo.



Uma das principais razões pelas quais o trabalhador pode ficar farto é a de estar preso ao escritório dia após dia e esse projeto visa fazer uma pausa nessa rotina. O site Remote Year ajuda os interessados a encontrarem um trabalho flexível enquanto viajam o mundo com outros trabalhadores remotos.

Criado pelo ex-empregado do Groupon Greg Caplan, a idéia surgiu quando ele decidiu ver o mundo, mantendo uma posição de trabalho remoto. Embora a liberdade de viajar tenha sido uma benção, o complicador foi fazer isso sozinho. Ao invés disso, o programa tem como objetivo cuidar de toda a logística de viagem e acomodação para 100 participantes. 

Os aprovados para o programa vão conhecer 18 locais ao redor do mundo, no período de um ano e também terão a oportunidade de conhecer e até mesmo colaborar com um grupo de pessoas novas. 15 empresas já manifestaram o interesse em oferecer postos de trabalho flexíveis para os aprovados. 

Planejado para iniciar em junho de 2015, a ideia pode ajudar profissionais a trabalharem fora do escritório, enquanto os recrutadores poderão aproveitar as habilidades inovadoras que dos viajantes.

Fonte: Springwise

Website: www.remoteyear.com
Contact: remoteyear@gmail.com

18 de out. de 2014

Arqueólogos descobrem 17 templos ao redor de Stonehenge

  
O monumento circular de pedras pré-histórico de Stonehenge, na Inglaterra, estava rodeado de 17 templos, segundo revelou uma análise com scanner do subsolo. Stonehenge, na planície de Salisbury, no sudoeste da Inglaterra, é um dos monumentos pré-históricos mais conhecidos do mundo, mas acreditava-se que nunca houve mais do que já havia sido descoberto.




Um scanner de alta resolução dos 12 quilômetros quadrados ao redor do grupo de pedras, examinando a até três metros de profundidade, descobriu os outros templos.

"Stonehenge é o monumento arqueológico mais emblemático do mundo, ao lado das pirâmides", disse o professor Vincent Gaffney, diretor do projeto, no Festival britânico da ciência, em Birmingham (centro de Inglaterra).

"A maior parte da área ao redor de Stonehenge é 'terra incógnita'. Nunca foi explorada e tudo o que pensamos de Stonehenge se baseia no que não sabemos do lugar. Isso mudará o modo como vemos Stonehenge. Não é uma descoberta a mais sobre Stonehenge, é um passo fundamental na forma como entendemos (o monumento)".

O estudo durou quatro anos e foram usados magnetômetros - detectores de metais avançados -, radares com capacidade de penetrar abaixo da terra, sensores eletromagnéticos e scanners-laser tridimensionais.

Os restos descobertos, incluindo dezenas de tumbas, têm 6.000 anos. Tudo indica que o complexo era cenário de rituais funerários, com amputação de membros.

26 de ago. de 2014

Arqueólogos encontram duas cidades maias escondidas em floresta

Arqueólogos encontraram duas cidades maias que estavam escondidas na floresta tropical do sudeste do México, uma região onde, segundo o chefe dos pesquisadores, "poderia conter outras dezenas a desvendar".

Restos de uma antiga cidade maia em Lagunita


O professor associado da Academia de Ciências e Artes da Eslovênia, Ivan Sprajc, disse que sua equipe encontrou em abril as antigas cidades de Lagunita e Tamchen, na península de Yucatán, mediante a análise de fotografias aéreas da região.

Sprajc comentou que ambas as cidades alcançaram seu apogeu nos períodos Clássico Tardio e Clássico Terminal, entre os anos 600 e 900 d.C.

Em cada local, os cientistas encontraram edificações parecidas com um palácio, além de praças e pirâmides, uma delas de quase 20 metros de altura.

Os arqueólogos também descobriram a fachada de uma construção com uma porta que se assemelha às garras de um monstro que provavelmente marcava uma das principais entradas do centro da cidade.

O pedaço de rocha esculpida em uma antiga cidade maia em Lagunita


As fotografias dos lugares mostram pirâmides de pedra que se sobressaem na densa folhagem.

- A entrada, pelo que parece, simboliza a entrada a uma caverna e ao submundo... alguém que entra através deste portal teria entrado em recintos sagrados - disse Sprajc à Reuters, por telefone, da Eslovênia.

Ele explicou que sua equipe traçou um mapa de 10 a 12 hectares para cada lugar, mas que as cidades provavelmente eram maiores. As escavações ainda não começaram.

Sprajc descobriu no ano passado outra antiga cidade maia na região, a qual batizou de Chactun.


Fonte: Reuters